É dito que o ser humano tem memória curta. Se perguntarmos às pessoas o que significa a Páscoa, muitas não saberão nada sobre o assunto. Outras dirão que é quando se come ovos de chocolate, falarão do coelho e de algumas coisas mais. Outras talvez dirão que é quando JESUS foi morto, por isso se comemora a Páscoa.
Segundo a Bíblia, a
Páscoa foi instituída pelo Senhor DEUS (Jeová), para comemorar o dia em que
ELE, com BRAÇO FORTE, tirou os Filhos de ISRAEL da escravidão no Egito. "É
para quando alguém perguntar: Porque esta festa?" Então se contassem às
crianças tudo como foi que Deus tirou do Egito Seus Filhos, e assim fosse
passado de pai para filho, de geração em geração, o Seu Grande Poder. Os pães
ázimos (sem fermento) são para lembrar que saíram apressados por isso não
tiveram tempo para levedá-lo.
Analisando,
refletindo sobre as razões da instituição de tal data festiva, podemos concluir
que a Páscoa, antes de tudo, significa liberdade. Liberdade no sentido mais completo
da palavra. Liberdade não apenas física daqueles que se encontram
encarcerados, que por certo cometeram algum delito. Sabe- se que em pleno
século XXI ainda existem pessoas vivendo em regime de escravidão, embora
oficialmente tenha sido abolida no século XIX
Pode-se pensar em
liberdade num sentido mais amplo. O ser humano não é livre, pois vive preso a
conceitos, ideias, o que outros dizem etc.. Com respeito à moda encontra-se
preso ao que é ditado pela mídia, seja ela escrita, falada ou televisiva. A
mesma tem poder para conduzir quase todos para onde queira. As famosas novelas
- que poder extraordinário! O que é dito, feito, praticado lá, torna-se moda,
costume, quase lei... tamanha é a fraqueza do ser humano que se deixa
influenciar por tudo que lhes chega.
Ninguém é livre
para dizer não, tampouco para dizer sim. Diz-se sim ou não por conveniência
própria, para agradar ao outro, e nem mesmo assim se o agrada. Esse sim ou não
nem sempre é o que realmente se quer dizer. Para não magoar o outro se diz sim
ou não. Pensemos no sim ou não da mamãe, que diante da insistência do “filhinho
do coração” é invertido. Ele quase sempre vence. E isto não pode ser chamado de
liberdade.
Faz-se necessário
que os seres humanos sejamos livres. Livres de nós mesmos. Livres das amarras
internas, das contradições íntimas e de todo o condicional. De toda pressão,
interna ou externa a nós mesmos.
A pesquisa e conclusão é embasada em dados bíblicos. Tanto para os que creem,
quanto para aqueles que ainda não são livres para tal.
Êxodo 13-3 E Moisés disse ao povo: Lembrai-vos deste dia, em que saístes do
Egito, da casa da servidão; pois com mão forte o Senhor vos tirou daqui;
portanto não se comerá pão levedado.
Êxodo 13-6 Sete dias comerás pães ázimos, e ao sétimo dia haverá uma festa ao
Senhor.
Na noite em que os Filhos de Israel seriam libertos o Senhor Deus ordenou que fossem sacrificados cordeiros, e que fossem marcados os umbrais das casas com o seu sangue para que o Senhor preservasse todos que estavam sob tais tetos. E assim foi feito.
Na noite em que os Filhos de Israel seriam libertos o Senhor Deus ordenou que fossem sacrificados cordeiros, e que fossem marcados os umbrais das casas com o seu sangue para que o Senhor preservasse todos que estavam sob tais tetos. E assim foi feito.
Por isso JESUS foi Sacrificado como um cordeiro, e no domingo de Páscoa é livre
novamente. Por isso ELE é o “CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA OS PECADOS DO MUNDO”.
03/04/2015
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